O imenso recife de coral “Horseshoe Reef” protege um conjunto de 5 pequenas ilhas desabitadas e paradisíacas separadas do arrecife por uma faixa de areia branquíssima com uma profundidade média entre 5 e 8 metros. Coqueirais balançando ao sabor morno dos ventos alíseos
se espalham pelas diversas praínhas que se formam nas reentrancas e enseadas protegidas pelo coral. Do convés de um veleiro nos chega o doce aroma da vegetação repletas de bouganvilles. Repousar os olhos sobre as infinitas nuances de azul turquesa do mar de águas límpidas e “calientes” é quase uma luxúria inebriante aos cinco sentidos. Sob um céu de azul não menos exuberante entremeado de pequenas nuvens brancas fervilha o pequeno arquipélago de TOBAGO CAYS. Uma obra prima da natureza nos limites Atlânticos do mar do Caribe. Santuário para tartarugas, aves marinhas, corais de todas as espécies, peixes e crustáceos que durante milhões de anos evoluíram para uma abundância de vida no entorno das ilhas.
Tobago Cays pertence a um arquipélago maior chamado “ Granadinas” e que por sua vez pertence ao pais independente de “ St. Vincent and the Granadines”.
Ex colônia britânica, St. Vincent and the Granadines ( ou apenas St. Vincent como costumamos chamar) ganhou sua independência somente ao final da década de 70. St. Vincent é sem dúvida uma das ex-colônias que menos se desenvolveu no sentido econômico e na sua organização. Só recentemente o governo de St. Vincent acordou para a necessidade eminente de criar um órgão de fiscalização que controlasse a exploração dos recursos e riquezas naturais em Tobago Cays.
Com a criação do parque nacional na área do Arquipélago e também de um sistema que restringisse o fluxo cada vez maior de turismo, o primeiro passo foi dado no sentido da conservação. Mesmo sabendo que a comunidade cruzeirista foi atingida em cheio com as medidas adotadas de restrição a quantidade de barcos permitida dentro da área do parque, somos obrigados a admitir que os limites vinham sendo ultrapassados já há muitos anos. Desde 2007 uma taxa vem sendo cobrada a qualquer embarcação ancorada dentro do parque. 
Em 2006 qdo o Alma esteve ancorado em Tobago Cays por duas semanas a taxa ainda não estava em vigor. Percebemos que nada era fiscalizado. Vendedores de areia, pesca ilegal de lagosta, jetskis , botes e wakeboarders a alta velocidade e gente ancorando sobre o coral deixavam-nos com uma ponta de tristeza diante do crescente impacto que tudo isso iria trazer ao equilíbrio no meio ambiente do arquipélago.
Após 1 ano de muito protesto da comunidade cruzeirista, de vendedores, operadores de barcos de passeio, charters e mergulho e ainda de muita dificuldade,os fiscais do parque fizeram valer a enorme lista de novos regulamentos. Não há duvida que Tobago Cays já não é o mesmo paraíso intocado e virgem da época em que os primeiros veleiros e cruzeiristas por aqui singraram suas quilhas. Mas por outro lado seria uma pena ver este santuário que a natureza esculpiu com tanto esmero desaparecer tão rapidamente. 
Para quem quiser por exemplo desfrutar dessas águas a bordo de um veleiro de até 40 pés deverá desembolsar U$ 15,00 por dia mais U$ 3,00 por cada pessoa a bordo. A permanência máxima é de 2 semanas. Ski, jetski, ou qualquer outra embarcação a mais de 3 nós de velocidade estarão banidas do parque. A pesca está definitivamente proibida . Bóias demarcando as áreas de ancoragem foram colocadas afim de preservar os corais e a área de alimentação das tartarugas que continuam sendo abundantes por ali. Num dia comum sentado ao cockpit podemos ver com certeza dezenas delas emergindo ao redor dos barcos. Todos os vendedores foram credenciados e padronizados e novas licenças para atuar estão suspensas até segunda ordem. Hoje, a taxa é cobrada diariamente pelos fiscais do parque que vão de barco em barco checando as atividades.
Os vendedores vem em pequenas lanchas de madeira e trazem ao seu barco quase de tudo: Pão, gelo, frutas, peixes etc.. Barcos de passeio estão limitados a apenas 2 praias e o horário e a quantidade de visitantes controlados. Sim, serão U$ 21,00 por dia para ancorarmos o Baleeiro com 2 pessoas a bordo em Tobago Cays. Seriam então mais de U$ 200,00 por 10 dias.
No entanto estaremos bem felizes se o resultado disto seja a garantia que poderemos trazer nossos netos para verem daqui há 100 anos
o que vemos nos mesmos hoje por um punhado de dólares. O que nos deixam tristes é ouvir dos nossos pais que a baia de Guanabara era linda e de água transparente, que o Rio Tietê era limpo, que o Rio Guaíba era translúcido, que as águas de Boa Viagem eram.........
Com a criação do parque nacional na área do Arquipélago e também de um sistema que restringisse o fluxo cada vez maior de turismo, o primeiro passo foi dado no sentido da conservação. Mesmo sabendo que a comunidade cruzeirista foi atingida em cheio com as medidas adotadas de restrição a quantidade de barcos permitida dentro da área do parque, somos obrigados a admitir que os limites vinham sendo ultrapassados já há muitos anos. Desde 2007 uma taxa vem sendo cobrada a qualquer embarcação ancorada dentro do parque. 
Em 2006 qdo o Alma esteve ancorado em Tobago Cays por duas semanas a taxa ainda não estava em vigor. Percebemos que nada era fiscalizado. Vendedores de areia, pesca ilegal de lagosta, jetskis , botes e wakeboarders a alta velocidade e gente ancorando sobre o coral deixavam-nos com uma ponta de tristeza diante do crescente impacto que tudo isso iria trazer ao equilíbrio no meio ambiente do arquipélago.
Após 1 ano de muito protesto da comunidade cruzeirista, de vendedores, operadores de barcos de passeio, charters e mergulho e ainda de muita dificuldade,os fiscais do parque fizeram valer a enorme lista de novos regulamentos. Não há duvida que Tobago Cays já não é o mesmo paraíso intocado e virgem da época em que os primeiros veleiros e cruzeiristas por aqui singraram suas quilhas. Mas por outro lado seria uma pena ver este santuário que a natureza esculpiu com tanto esmero desaparecer tão rapidamente. 
Para quem quiser por exemplo desfrutar dessas águas a bordo de um veleiro de até 40 pés deverá desembolsar U$ 15,00 por dia mais U$ 3,00 por cada pessoa a bordo. A permanência máxima é de 2 semanas. Ski, jetski, ou qualquer outra embarcação a mais de 3 nós de velocidade estarão banidas do parque. A pesca está definitivamente proibida . Bóias demarcando as áreas de ancoragem foram colocadas afim de preservar os corais e a área de alimentação das tartarugas que continuam sendo abundantes por ali. Num dia comum sentado ao cockpit podemos ver com certeza dezenas delas emergindo ao redor dos barcos. Todos os vendedores foram credenciados e padronizados e novas licenças para atuar estão suspensas até segunda ordem. Hoje, a taxa é cobrada diariamente pelos fiscais do parque que vão de barco em barco checando as atividades.
Os vendedores vem em pequenas lanchas de madeira e trazem ao seu barco quase de tudo: Pão, gelo, frutas, peixes etc.. Barcos de passeio estão limitados a apenas 2 praias e o horário e a quantidade de visitantes controlados. Sim, serão U$ 21,00 por dia para ancorarmos o Baleeiro com 2 pessoas a bordo em Tobago Cays. Seriam então mais de U$ 200,00 por 10 dias.No entanto estaremos bem felizes se o resultado disto seja a garantia que poderemos trazer nossos netos para verem daqui há 100 anos
o que vemos nos mesmos hoje por um punhado de dólares. O que nos deixam tristes é ouvir dos nossos pais que a baia de Guanabara era linda e de água transparente, que o Rio Tietê era limpo, que o Rio Guaíba era translúcido, que as águas de Boa Viagem eram......... 





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